O infinito sem memória.


Analiso a maneira como o ser humano age e concluo, singelamente, que nosso movimento é tal qual a expansão dos vírus e dos vermes, que se alastram até destruir seu hospedeiro.
Nada de compaixão, nem piedade, então, não sei de onde surgiram estas palavras tão distantes do humano.
Compreender nossa natureza é fundamental para modificá-la, se é que isto é possível. Como posso pedir a uma árvore que não de frutos? ou ao mar que detenha seu movimento.
Como posso pedir ao humano que seja menos devastador, explorador, cruel, obsceno, e, que converta sua natureza em prol de si mesmo e conviva pacificamente com seu hospedeiro, a terra.
Alimentamos-nos de nosso hospedeiro e o adoecemos e ao final estaremos todos mortos e o infinito sem memória.

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Dica de leitura: MORAES, Ângela; SIGNATES, Luiz(ORG.) Cidadania comunicacional: teoria, epistemologia e pesquisa, Goiânia: Gráfica UFG, 2016.