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Mostrando postagens de Julho, 2018

Dúvidas quanto a comprar uma máquina de lavar louças?

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Louça suja é como praga que se multiplica ao infinito. Eu nunca gostei de lavá-las. Mas, não tinha jeito, nasci mulher em um pais patriarcal. Desse modo, não adiantava muito argumentar que, em casa todos sujam as louças e consequentemente todos deveriam ser responsáveis por limpa-las.          Sempre tive dúvidas quanto a comprar uma máquina de lavar louças, algumas amigas diziam ser bom, todavia nem tanto assim, porque tinham que limpar os pratos antes de colocar, outras que não cabiam panelas e assim elas iam me deixando na eterna indecisão, compra ou não compra.              Comprei. De tão feliz resolvi escrever para dizer que ela faz o que minha filha e meu marido brigavam para não fazer. Ela me ajuda de uma forma maravilhosa, as louças ficam limpinhas, eu ganho tempo para fazer outras coisas. Realmente, panelas grandes não cabem, mas são tão poucas que não faz muita diferença.                Hoje, olhando para Fifi, é o nome da minha lava louças. Minha filha quis que fosse Filome…

Onde está a perfeição?

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Só quando me sinto completa Percebo a perfeição Só Quando me sinto integrada Não distingo separação Sou ao mesmo tempo que todos também são incorporada ao ser-absoluto Relembro a percepção de que o ser simplesmente é A beleza incansável do nascer do sol O verde das folhas pelo caminho O adorável vento a acariciar a pele E por fim, o cafuné dos que amo Nisso se encontra a perfeição

O que me incomoda atualmente é a escritora Hannah Arendt, no seu livro Eichmann em Jerusalém

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Hoje, somente a idade me autoriza a reconhecer publicamente minhas falhas. A primeira, sou orgulhosa, do tipo que não gosta de depender de ninguém, que adora tomar decisões sem ter de comunica-las, muito menos justificar. Deve ser por isso que meus joelhos as vezes doem. Não sabia? Li uma vez numa revista especializada em futilidades, que os joelhos dos orgulhosos doem porque não querem se dobrar. Outra falha minha é me incomodar diante de determinadas coisas ao ponto de aquilo não sair da minha cabeça. Fica martelando “não pode ser assim”, “não pode ser assim”. Diante disto escrevo, na esperança que alguém me auxilie no entendimento, porque apesar de orgulhosa, sempre admiti que preciso da visão do outro para checar se a minha visão corresponde à realidade. O que me incomoda atualmente é a escritora Hannah Arendt, no seu livro Eichmann em Jerusalém, trata-se do relato do maior julgamento de um carrasco nazista depois do tribunal de Nuremberg. Na obra ela escreve em determinado moment…