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O PAPEL DO JORNALISMO

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                  O bom jornal impresso não morrerá nunca. Apesar, do avanço e aceleração da informação via internet, bem como da adaptação do jornal aos meios digitais, o que o manterá vivo será a sensação de tocar as páginas e sorrir quando nos encantar.                   Parto da premissa que o jornal impresso não acabará devido aos bons profissionais do jornalismo. Digo isto, porque tenho o registro de jornalista, uma vez que sou escritora, sempre escrevi. Também, uma medida judicial me permitiu exercer a profissão legalmente. Mas, sou totalmente contra esta prática. Acredito que valores éticos, morais, respeito com a veracidade da informação, a checagem dos fatos, a preocupação com os personagens, tudo isso precisa ser tratado de forma profissional, nunca por amadores.         ...

Educador Espanhol visitou comunidade de risco em Goiânia

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Alunos do nono ano e professor Barrientos ao centro (camisa verde)              A Universidade Federal de Goiás acompanhou a visita do Prof. Dr. José Barrientos-Rastrojo, da Universidade de Sevilla (Espanha), em escolas de comunidade de risco de Goiânia-GO , no período de 19 a 24 de agosto de 2019, para desenvolver oficinas com crianças e jovens, buscando observar a realidade goianiense e a capacidade de pensamento crítico e criativo dos alunos.              Barrientos-Rastrojo é consultor internacional do Grupo de Estudos e Pesquisas em Filosofia para Crianças e Adolescentes, coordenado pelo Prof. Dr. Wilson Alves de Paiva da Faculdade de Educação.              Segundo Barrientos-Rastrojo, o conhecimento não pode ser algo que alguém adquire do mundo exterior de forma pronta e acabada. Mas, pelo contrário o conhecimento é a combin...

A importância da filosofia na educação

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A importância da filosofia na educação Criada em 21/08/19 12:33. Atualizada em 21/08/19 13:36. Professor da Universidade de Sevilha, na Espanha, discutiu o papel da filosofia na emancipação do pensamento Letícia Santos A Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, realizou na última segunda-feira (19/08), a palestra “A filosofia e a educação em comunidades de risco”. A discussão fez parte de diversas oficinas criativas, ministradas por José Barrientos-Rastrojo, professor e pesquisador da Universidade de Sevilha, na Espanha. Em sua apresentação, o professor buscou caracterizar os processos de exclusão social. Para isso, José se referiu ao termo “reconhecimento”, como uma etapa na qual as pessoas conseguem dar um rosto, uma face a outras pessoas. Ele explicou que quando certos grupos de pessoas não são reconhecidos, correm o risco de exclusão social. Para exemplificar sua definição, o professor citou o processo de reconhecimento de mulheres escritoras na Filosofia...

Diego Bertoldo representa Goiás na XIX ICPIC Biennial Conference 2019

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O Grupo de Estudos e Pesquisas em Filosofia para Crianças e Adolescentes NEPEFE/FE/UFG foi representado pelo integrante Diego Bertoldo (foto) na XIX ICPIC - Biennial Conference 2019 - Philosophy for/with Children and the Citizen-Agent, Bogotá, Colômbia | 24 a 26 de julho de 2019 | Corporação Universitária Minuto de Dios.        No evento houve a participação da África do sul, da Alemanha, da Espanha, dos Estados unidos, do Canadá, de Portugal, entre outros.  Quanto aos representantes do Brasil o destaque ficou com Walter Kohan  Pós-Doutor em Filosofia pela Universidade de Paris. Professor titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro ( UERJ ), que na oportunidade realizou a doação de 5 (cinco) livros para o GEP de Goiás. Segundo Bertoldo o professor Kohan enriqueceu o evento com "sua expertise nos sentidos produzidos pela escola e alfabetização das emoções" afirmou Diego.  ( foto José Barrientos-Rastrojo) A palestra de...

Princípios normativos para uma conversa autêntica

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Boa noite, hoje gostaria de falar acerca da obra O pensar na educação de Matthew Lipman (2001, p 337). Segundo Lipman, existem princípios normativos para uma conversa autêntica, pois a conversação baseia-se numa participação racional entre aqueles que conversam, uma participação entre indivíduos livres e iguais. Então, perguntei : - Quais os princípios que devem orientar a conversa? - Primeiro, não me diga menos do que preciso saber. Faça sua contribuição tão informativa quanto for necessário (tendo em vista os objetivos vigentes da troca); 2) não me diga coisas em excesso. Não faça sua contribuição mais informativa do que é necessário; 3) contribua somente com a verdade, não com aquilo que você acredita ser falso; 4) não fale sobre aquilo para o qual você não possui provas; 5) seja pertinente. Existem diferentes tipos e enfoques de pertinência, e estes mudam durante uma troca conversacional. A contribuição deve ser pertinente em rel...

SERVILISMO COGNITIVO

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Estava lendo um livro quando me deparei com a expressão “servilismo cognitivo”, achei bonita a combinação destas duas palavras e imaginei se seria o mesmo que “servidão voluntária”, um tema a muito discutido, ou seja, você não é um escravo, mas se submete as mesmas condições. Sabedora que o pensamento original crítico e livre passa necessariamente por algum tipo de processamento da experiência, fiquei pensando no contexto em que vivo e nas experiências produzidas a partir dele, então concluí que sou uma pessoa cujo comportamento é de um servilismo cognitivo absurdo. Ao constatar minha condição imaginei os filósofos Sócrates e Kant se revirando no túmulo, ambos críticos severos daqueles que traem sua própria criatividade ao permitirem que outras pessoas pensem por eles. Conforme admoestam, devemos pensar por nós mesmos, e desejar que as outras pessoas pensem por elas mesmas. Nesse sentido, as redes sociais permitem observar que determinados comentários estão imitan...

FILOSOFIA PARA CRIANÇAS: Um estudo acerca da comunidade de investigação de Matthew Lipman

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FILOSOFIA PARA CRIANÇAS : Um estudo acerca da comunidade de investigação de Matthew Lipman Elizabeth Venâncio [1] Quando Matthew Lipman pensou acerca de filosofia para crianças, ele o fez em um contexto diferente do que vivemos hoje no Brasil de 2019. Por isso, este trabalho quer examinar se é possível que realidades diferentes, possam atender a necessidades humanas semelhantes. Se for como pretende-se argumentar, o pensamento lipmaniano ultrapassaria as diversas barreiras: sociais, culturais e políticas para ofertar a humanidade um ideal de educação para o pensar crítico. Decorrido quase sessenta anos da proposta de ensinar crianças a pensar filosoficamente e dos debates que aconteceram e continuam repercutido em mais de 30 países, despertou-se o interesse em estudar o assunto nos educadores goianos, preocupados com os índices de deficiências de aprendizagem noticiados por institutos de pesquisa. Assim, em 2017 foi criado o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre o ensino ...