Só me levanto por que é injusto desperdiçar um olhar

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Só me levanto por que é injusto desperdiçar um olhar


mas me aborrece este fluir jacente...


Agonia perpetua,


acolho o que me pertence.


Sei que o executável é pouco,


assim, não esqueço do que me ilude,


pois é justamente no incognoscível,


na pequenez dos muitos universos,


na insignificância que não permite a satisfação,


que me encontro.


Afinal, o que seriam dos contos de fadas sem as bruxas.

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