Cada partícula sendo invadida por sensações e impressões do infinito

Os sentidos que possuímos são captadores de sensações.


Visão, audição, olfato, tato, enfim toda e qualquer partícula existente em nós formam um conjunto sistêmico interagindo e descodificando impressões do mundo. Mas não sentimos tudo ao mesmo tempo, pois haveria tantas informações que enlouqueceríamos. Então focamos nossa atenção em um ponto e desfocamos o resto, para que a nossa cognição possa ser capaz de entender os sinais captados.

Não são as coisas que não existem, somos nós que não a priorizamos. Priorizar não significa acrescentar valor ao objeto observado, mas sim captar algo que para o observador naquele momento era o mais importante.

Existem pessoas que são capazes de observar muitos objetos ao mesmo tempo, mas nem sempre são capazes de juntá-los e outras pessoas que diante da imensidão do todo e de tudo que existe no mundo são aptos a abarcar todas as impressões do mundo, onde mente e percepção condensa as informações e quando não é mais capaz de suportá-las ocorre o grande Big Bang. São mentes que precisam falar do mundo.

Cada partícula sendo invadida por sensações e impressões do infinito. Então é preciso ficar bem quieto e deixar que as sensações sejam captadas. É como o obturador da máquina fotográfica, quando existe muita luz o obturador precisa ser mais lento para captar a imagem. O click rápido só capta borrões.

Existem no mundo muitas pessoas captando Borrões e vendendo como uma fotografia boa, real e verdadeira, mas a imagem precisa de tempo e às vezes toda uma vida para ser sintetizada.

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