POEMA: Diante da votação da chapa Dilma/Temer não me iludo

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Diante da votação da chapa Dilma/Temer não me iludo
Intimamente sei da minha desgraça em estudo
Para onde vamos (o mundo inteiro o nota)
Nos meus olhares envergonhados e fúnebres, carrego
A indiferença estupida dos que poderiam não ser cegos
E o ar indolente dos impunes a sorrir dos idiotas!

Tanta corrupção na alma me assombra
Entristece Brasília, pátria minha!!
Em vão um grito aterrorizante, que não deslumbra
Diante dos vermes na bela-sombra
Entristece Brasília, amada minha!!
Diante do silêncio dos que dormem a sua sombra


Autora: Elizabeth Venâncio

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