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Estou com esperança que o Brasil tenha boas perspectivas

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Estou cansada De olhar e não ver boas perspectivas para o Brasil Estou cansada De todas as teorias de conspiração Estou cansada De todas as palavras e de todas as ações Mas, apesar de cansada ainda tenho esperança

Emprego e política

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                       Preocupante o cenário na Venezuela, as análises dos especialistas das áreas política, econômica e social assustam. Tenho muito medo que, também, no Brasil ocorra o mesmo. Entretanto, um sinal de que nossa economia ainda respira são os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho na última quinta-feira (23).               Trata-se das estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), Nele, Goiás ocupa a 4ª posição no ranking de geração de emprego, uma conquista cujos esforços foram enormes, diante da turbulência política.   Apesar do comportamento dos políticos, a indústria da borracha, fumo, couros e similares geraram, somente no mês de julho deste ano, 520 empregos. Parece pouco? Mas não é.    Significa que a indústria está crescendo, que 520 pessoas podem, a partir de agora, pagar suas contas. Somando ...

Poesia: Terezinha Fernandes de Oliveira

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Eu queria que você pudesse conhecer Terezinha Fernandes de Oliveira Um sorriso lindo A alma mais bela ainda Uma integridade única A bondade infinita Que pena que seus olhos não estão mais aqui Que pena não poder conversar com ela Se tudo que amo esteve nela No seu jeito de ser Nos seus defeitos Nada em Terezinha me desagradou Tudo foi amor e aceitação Se choro é apenas por saudades Nenhum arrependimento Só vontade que o tempo com ela tivesse sido maior   Autora: Elizabeth Venâncio

Dúvidas quanto a comprar uma máquina de lavar louças?

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Louça suja é como praga que se multiplica ao infinito. Eu nunca gostei de lavá-las. Mas, não tinha jeito, nasci mulher em um pais patriarcal. Desse modo, não adiantava muito argumentar que, em casa todos sujam as louças e consequentemente todos deveriam ser responsáveis por limpa-las.          Sempre tive dúvidas quanto a comprar uma máquina de lavar louças, algumas amigas diziam ser bom, todavia nem tanto assim, porque tinham que limpar os pratos antes de colocar, outras que não cabiam panelas e assim elas iam me deixando na eterna indecisão, compra ou não compra.              Comprei. De tão feliz resolvi escrever para dizer que ela faz o que minha filha e meu marido brigavam para não fazer. Ela me ajuda de uma forma maravilhosa, as louças ficam limpinhas, eu ganho tempo para fazer outras coisas. Realmente, panelas grandes não cabem, mas são tão poucas que não faz muita diferença.           ...

Onde está a perfeição?

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Só quando me sinto completa Percebo a perfeição Só Quando me sinto integrada Não distingo separação Sou ao mesmo tempo que todos também são incorporada ao ser-absoluto Relembro a percepção de que o ser simplesmente é A beleza incansável do nascer do sol O verde das folhas pelo caminho O adorável vento a acariciar a pele E por fim, o cafuné dos que amo Nisso se encontra a perfeição

O que me incomoda atualmente é a escritora Hannah Arendt, no seu livro Eichmann em Jerusalém

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Hoje, somente a idade me autoriza a reconhecer publicamente minhas falhas. A primeira, sou orgulhosa, do tipo que não gosta de depender de ninguém, que adora tomar decisões sem ter de comunica-las, muito menos justificar. Deve ser por isso que meus joelhos as vezes doem. Não sabia? Li uma vez numa revista especializada em futilidades, que os joelhos dos orgulhosos doem porque não querem se dobrar. Outra falha minha é me incomodar diante de determinadas coisas ao ponto de aquilo não sair da minha cabeça. Fica martelando “não pode ser assim”, “não pode ser assim”. Diante disto escrevo, na esperança que alguém me auxilie no entendimento, porque apesar de orgulhosa, sempre admiti que preciso da visão do outro para checar se a minha visão corresponde à realidade. O que me incomoda atualmente é a escritora Hannah Arendt, no seu livro Eichmann em Jerusalém, trata-se do relato do maior julgamento de um carrasco nazista depois do tribunal de Nuremberg. Na obra ela escreve em determinado m...

Comunicar não é fácil, quase sempre ouvimos mal, dizemos uma coisa e nosso interlocutor entende outra

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                 Sinto-me inadequada em muitos ambientes, principalmente naqueles em que as pessoas não pronunciam palavras. Neste momento, parece que preciso falar, que o silêncio em uma roda de pessoas, para mim, significa falta de interesse de um para com o outro, o que me incomoda profundamente. Fico pensando: como transpor a barreira da indiferença? Será que é indiferença? O que mantém pessoas fisicamente juntas, mas emocionalmente separadas? Fiquei impressionada com minha percepção do papel crucial da linguagem e do uso das palavras como fatores que afetam nossa capacidade de nos mantermos ligados uns aos outros.                 Não dizer palavras é deixar de compartilhar, mesmo que não raro as palavras induzem à magoa e à dor, mas enquanto houver palavras existe uma possibilidade de entendimento, quando tudo for silêncio só restará...    ...